Mapa de ruído com curvas isofônicas gerado em modelagem acústica
Acústica ambiental · EPNS · Licenciamento

Saiba se o seu empreendimento passa no ruído antes de construí-lo

O Estudo de Previsão de Níveis Sonoros modela o ruído da sua operação futura e comprova, ainda no projeto, que ela vai atender aos limites da NBR 10151 na vizinhança — usando a ISO 9613-2:2024 e medições de entrada feitas sob escopo acreditado.

GNR Ambiental - 10 anos Certificação ISO 9001:2015
GestãoISO 9001:2015 · Laudo com ART
MétodoISO 9613-2:2024 (versão vigente)
Medição de entradaSob escopo acreditado ISO/IEC 17025 (NBR 10.151)
ResponsávelPerito judicial TJSP em acústica
O conceito

EPNS não é laudo de ruído

Laudo de ruído

Mede o que já existe e opera. Medição in loco conforme NBR 10151. Ver laudo de ruído →

EPNS

Prevê o que ainda vai existir. Modelagem computacional da situação futura.

O Estudo de Previsão de Níveis Sonoros é uma modelagem computacional que calcula o ruído que o empreendimento vai gerar na vizinhança antes de ele estar instalado — e compara com os limites da NBR 10151:2019 Errata 1:2020 nos receptores (as residências e áreas sensíveis do entorno). Isso permite três coisas que só valem antes da obra: aprovar o licenciamento, dimensionar a mitigação na fase de projeto (quando ela é barata) e evitar o indeferimento ou o embargo que vem quando o problema só aparece com o empreendimento pronto.

As referências aplicáveis variam com o tipo de empreendimento — tipicamente a NBR 10151 e, para sistemas lineares de transporte, a CETESB DD 100/2009/P, entre outras. Definimos o marco correto no início do estudo.

Quando é exigido

Se você recebeu uma condicionante pedindo previsão de ruído, é disto que ela trata

01 · Licença Prévia / de Instalação

O órgão ambiental exige demonstrar, antes da obra, que a operação futura respeitará os limites de ruído no entorno.

02 · EIA/RIMA e EIV

O estudo de impacto (ambiental ou de vizinhança) inclui a previsão do impacto sonoro do empreendimento.

03 · Condicionante CETESB / prefeitura

Exigência de apresentar o EPNS como parte do processo ou da renovação da licença.

04 · Fontes típicas

Indústrias, mineração e britagem, geração de energia, subestações, data centers, shoppings, casas de shows — e sistemas lineares como rodovias, metrô e ferrovias.

05 · Decisão de projeto

Quando você precisa saber, antes de comprar equipamento ou fechar o layout, quanta mitigação (e de que tipo) o projeto vai exigir.

O método

ISO 9613-2:2024 — não a de 1996

A propagação sonora ao ar livre é calculada pela ISO 9613-2, cuja versão vigente é a 2ª edição, de 2024 — que cancelou e substituiu a de 1996. Muita gente ainda entrega estudo citando a norma antiga. O modelo prevê o nível sonoro equivalente (LAeq) sob condição meteorológica favorável à propagação (a favor do vento), em bandas de oitava, considerando:

  • Divergência geométrica (o afastamento da fonte);
  • Absorção atmosférica (ISO 9613-1);
  • Efeito do solo;
  • Atenuação por barreiras e obstáculos;
  • Efeitos diversos (vegetação, áreas industriais, edificações).
Como fazemos

Do dado de entrada ao mapa de ruído

01 · Dados de entrada

Planta do empreendimento, topografia, fotos aéreas e uso do solo do entorno; potência sonora de cada fonte; e a medição do ruído residual.

02 · Modelo 3D

Terreno e fontes modelados em software de modelagem acústica (iNoise), que implementa a ISO 9613-2, com cálculo dos níveis previstos em cada receptor.

03 · Mapa de ruído

Curvas isofônicas da situação prevista e níveis em cada receptor, comparados aos limites da NBR 10151.

04 · Mitigação

Se houver excedência, simulamos cenários de controle — barreira, enclausuramento, silenciadores, reposicionamento — até o projeto fechar dentro do limite.

Mapa de ruído com curvas isofônicas e níveis previstos por receptor
O diferencial honesto: a medição de entrada — ruído residual e caracterização de fontes existentes por NBR 10151 — é feita sob o escopo acreditado ISO/IEC 17025 da GNR (CRL 1804 – CGCRE/Inmetro). Um modelo só é tão bom quanto os dados que entram nele; a maioria dos concorrentes só modela, ou só mede. A GNR faz as duas pontas. O EPNS em si é um estudo de previsão e não é o ensaio acreditado.
O diferencial

Prever e resolver — entregar o estudo é o mínimo

Muitos entregam o EPNS e param no diagnóstico. A GNR dimensiona a solução: quando o modelo aponta excedência, projetamos a mitigação e a testamos no próprio modelo, entregando ao órgão ambiental não só o problema, mas o caminho comprovado para resolvê-lo. É a mesma engenharia que aplicamos no projeto da barreira acústica da Rodovia dos Tamoios e nos mapas de ruído rodoviários — modelagem que vira decisão de obra, não relatório de gaveta.

E porque medimos, modelamos e ensaiamos, o ciclo fecha: o EPNS prevê, a obra executa, e o laudo de ruído NBR 10151 comprova depois — tudo sob a mesma responsabilidade técnica.

O estudo entrega

O que você recebe

  • Memorial de cálculo e premissas de modelagem;
  • Modelo 3D do terreno, das fontes e do entorno;
  • Mapa de ruído (curvas isofônicas / manchas sonoras) da situação prevista;
  • Níveis previstos em cada receptor, comparados aos limites da NBR 10151;
  • Cenários com e sem medidas de controle, com a mitigação dimensionada;
  • Certificados de calibração das medições de entrada;
  • ART do engenheiro responsável.
Autoridade

Por que a GNR Ambiental

  • Mede sob escopo acreditado e modela — as duas pontas do EPNS na mesma casa, com dados de entrada confiáveis;
  • Perito judicial no TJSP — o estudo é feito por quem também é chamado pela Justiça para julgar a prova acústica;
  • Engenharia que vira obra — projeto de barreira acústica dos Tamoios e mapas de ruído rodoviários;
  • Método atualizado — ISO 9613-2:2024, quando o mercado ainda cita a de 1996;
  • Gestão ISO 9001:2015 — responsável técnico com 16 anos de mercado em acústica.

Eng. Guilherme Nunes Rosa — Civil, Ambiental, Eletricista e de Segurança do Trabalho (CREA-SP 5069272813). Perito judicial no TJSP e responsável técnico da GNR Ambiental.

Descubra se o seu projeto passa no ruído — enquanto ainda dá para ajustar

Envie a condicionante e a planta; devolvemos o escopo do estudo.

(11) 91626-8365 · (11) 2374-1201 · comercial10@gnrambiental.com.br · atendimento em todo o estado de SP

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre o EPNS

O que é um Estudo de Previsão de Níveis Sonoros?
É a modelagem que calcula o ruído que um empreendimento vai gerar na vizinhança antes de ele operar, para comprovar, ainda no projeto, o atendimento aos limites da NBR 10151 e dimensionar eventuais medidas de controle.
Qual a diferença entre EPNS e laudo de ruído?
O laudo de ruído mede o que já existe e opera; o EPNS prevê o que ainda vai existir. Um é medição in loco; o outro é modelagem computacional de uma situação futura.
Qual norma é usada no cálculo?
A propagação sonora ao ar livre segue a ISO 9613-2, na versão vigente de 2024 (2ª edição), e a avaliação dos níveis segue a NBR 10151:2019, além de referências específicas conforme o tipo de empreendimento.
Quando preciso de um EPNS?
Normalmente na Licença Prévia ou de Instalação, em EIA/RIMA e EIV, ou quando há condicionante do órgão ambiental exigindo a previsão do impacto sonoro.
O estudo diz só se passa ou também como resolver?
Ambos. Quando o modelo aponta excedência, a GNR dimensiona a mitigação (barreira, enclausuramento, silenciadores) e a testa no próprio modelo até o projeto atender ao limite.
O EPNS é acreditado ISO/IEC 17025?
O EPNS é um estudo de previsão (modelagem) e não é o ensaio acreditado. O que é feito sob o escopo acreditado da GNR (CRL 1804 – CGCRE/Inmetro) é a medição de entrada: o ruído residual e a caracterização de fontes conforme a NBR 10151, que alimentam o modelo.